Quando abri a carteira e tirei a nota de 5€ para pagar o pequeno almoço, nunca imaginei ver a cara da empregada como se lhe tivesse posto na mão uma de 100€. Com o MP3 ligado apenas via um mexer de lábios e os dedos a passar suavemente pela nota. Continuei a saborear a meia de leite morna e escura (é sempre assim que me perguntam como quero o líquido na chávena), enquanto ouvia os sons pop, meio alheia ao que se estava a passar.
Dei conta de que a D.ª Clélia (assim dizia a placa) falava comigo. Desligo a música e ouço: "Parecia-me falsa. Não encontrava aqui esta bolinha cinzenta!"
C*****o, não me bastava esta nota ser das poucas que me restam até ao próximo abastecim€nto, ainda tenho de levar com estas caras de cú!
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Agora não...

E se por momentos tudo parasse?
Não quero saber. Não me ligues, deixa-me aqui no meu canto. Sei que não posso parar. Mas hoje não. Deixa-me aqui no meu canto.
Deixa o telefone tocar. Não quero conversas banais. Não gosto de dizer que está tudo bem, quando na verdade estou a derreter por dentro.
Não me abraces. Não me beijes. Não quero ter saudades do teu calor.
Não me perguntes como estou.
Estou comigo. Só.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
O sacrifício humano dos deuses pagãos (soa mal mas sempre tive um conflito interno... e pessoal... com os títulos)
Obrigada pela atenção.É sempre bom saber que há alguém que não conhecemos que tem este tipo de afecto por nós.
Mas acontece que, de momento, não me apetece aceder ao vosso apelo para que vos faça uma visita. Embora, volto a frizar, esteja bastante agradecida pelo sentimento que nutrem por mim.
Por outro lado, o ar cândido da jovem quase moribunda, não me alegra a vista e actualmente preciso de tudo menos de me sentir deprimida.
Atentamente.
Alguém bem de saúde... por enquanto
terça-feira, 27 de maio de 2008
Rai's parta a chuva
Não bastava andar ansiosa para estrear as sandálias novas, ainda por cima acabo de ler que por causa deste tempo... não vamos ter cerejas boas este ano!!!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
É uma casa portuguesa, com certeza!
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Sou feliz quando me vejo
Há momentos em que me irrito com tudo e todos, os meus maiores defeitos manifestam-se sempre da pior maneira possível, mas acabo sempre por dar graças à vida. Ela e os meus "sócios" são a minha maior empresa e nunca vou deixar que entre na falência.
Ser feliz é encarar o futuro, vivendo o presente e esquecer o passado se esse não nos trouxer qualquer contentamento. Não é mais do que uma frase feita mas para mim serve de sinal para que possa ser eu a autora da minha própria história.
Ser feliz é dar valor aquilo de que nem nos lembramos quando a crise é mais do que uma miragem. Precisamos reconhecer que os desafios podem ser alertas de mudança e podemos, com uma fria, mas calculada, decisão falar de nós mesmos. Fazermo-nos ouvir.
Há coragem para receber um não? Há segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta? Ao nível que os desafios profissionais, pessoais ou sociais nos são colocados hoje em dia, há que ter coragem para isto e muito mais. O que há a perder? Nada. Afinal pouco nos resta, além da aparência, mesmo que finjida, de ser feliz!
Conversas banais fazem-me acreditar que há pessoas que têm tudo para serem felizes, mas que mesmo assim admitem não o ser. Julgo que lhes falta amor pela própria vida e com muita facilidade deixam fugir as oportunidades que esta lhes dá.
É fácil ter medos, tê-los é normal. Basta enfrentá-los, pois a felicidade exige esforço.
Ser feliz é encarar o futuro, vivendo o presente e esquecer o passado se esse não nos trouxer qualquer contentamento. Não é mais do que uma frase feita mas para mim serve de sinal para que possa ser eu a autora da minha própria história.
Ser feliz é dar valor aquilo de que nem nos lembramos quando a crise é mais do que uma miragem. Precisamos reconhecer que os desafios podem ser alertas de mudança e podemos, com uma fria, mas calculada, decisão falar de nós mesmos. Fazermo-nos ouvir.
Há coragem para receber um não? Há segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta? Ao nível que os desafios profissionais, pessoais ou sociais nos são colocados hoje em dia, há que ter coragem para isto e muito mais. O que há a perder? Nada. Afinal pouco nos resta, além da aparência, mesmo que finjida, de ser feliz!
Conversas banais fazem-me acreditar que há pessoas que têm tudo para serem felizes, mas que mesmo assim admitem não o ser. Julgo que lhes falta amor pela própria vida e com muita facilidade deixam fugir as oportunidades que esta lhes dá.
É fácil ter medos, tê-los é normal. Basta enfrentá-los, pois a felicidade exige esforço.
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