segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A minha nova vida
O que encontrámos aqui não foi surpresa nenhuma. Sabíamos que não íamos ter as condições a que nos habituámos, nem a nossa privacidade. Mas tal como sempre esperei, tudo se consegue ultrapassar.
Já fugi para um canto só para não gritar com tudo e todos. Já peguei no carro em direcção a lado nenhum. Mas volto sempre, porque é aqui o meu lugar.
O nosso projecto está bonito e tem tido sucesso. Com tanta coisa má que ouvimos, nunca pensei que a adesão fosse tão grande.
Começo a trabalhar às 07h30 e chego a casa por volta das 02h00, mas sei que aqui mando eu. Sei que isto é meu. Sei o que tenho para pagar e quanto vou receber. Tenho o respeito de todos. Mas também tenho de engolir muitos sapos... e estou a perceber que com o tempo chego lá... ;)
Tenho saudades de muita coisa, apetece-me tudo e nada, mas acima de tudo voltei aqui para dizer que estou realmente feliz.
Um Feliz Natal para todos e deixo-vos um conselho para 2009: "Se vos apetece mudar de vida façam-no e pronto".
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Sem regresso
Atrás de mim ficará sempre o passado. O bom e o mau que ele me deu. Sei que fiz por merecê-lo.
Estou de partida para aqui e espero não regressar.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Velha infância
Depois de por breves segundos pensar que estava perante um som ridículo, recuei imediatamente uns bons anos e lembrei-me dos meus 8/9 anos.
Esta música foi, digamos que "a banda sonora" de um teatro de catequese no qual participei. Não me consigo lembrar de mais nada a não ser da música, do facto de existir um sapateiro e de eu ser uma das suas clientes.
A catequista Fátima (só podia) era uma jovem que tinha namorado e isso fazia-me espécie. "Então mas ela não pode ter namorado. Ela é freira!", pensava eu. Mas também nunca ninguém me explicou e eu continuei com esta ideia até descobrir que todos são filhos de Deus. Soube mais tarde que sofreu um grande desgosto de amor e acabou mesmo por se render ao mosteiro...
A sala das aulas era fria e o espaço cheirava a velas ardidas. Havia uma mesa castanha rectangular ao centro. De lá, lembro-me de olhar pela janela grande e ver as restantes salas dispostas em U e o pequeno jardim no centro. Foi aí que registei as fotos da primeira comunhão. Linda, num vestido branco de bordado inglês, qual anjnho!
Terminadas as aulas, passávamos pelo enorme salão onde se impunham gritos estridentes de maneira a que fizesse eco e daí saíamos a correr para não sermos apanhados... Como se os acólitos lá do sítio não soubessem!!
A próxima paragem era na pastelaria do Sr. Miguel onde comprava uma tijelada ou uma bolema, sempre! Íamos depois para o largo da igreja onde se via, e vê, passar toda a gente...
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Coisas de adultos
A última despesa foi numa loja ali para os lados do Conde Redondo e que se designa por... como se diz... Sex Shop, é isso!
A saber:
Negros Vs Cuzões Brancos
Menages Devassos
Joint Latex Developpeur
Retard 907 25ml
Sex Control Delay Cream
Preservatifs Lubrix
53.20€ a incluir no IVA do trimestre passado.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Dia do pijama
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A mais velha receita do mundo
Até o pseudo super educativo Ruca (que ele tanto gosta) se sai com um episódio em que acha divertido andar a chamar nomes às pessoas. E logo num dia em que me tinha chateado a sério. Parecia que tinha ganho uma nova força: "Vês mãe, vês? O Ruca disse palavras feias".
Mas está tudo contra mim, ou quê?
Até que há pouco tempo me lembrei de alguns avisos do meu pai e mesmo da minha avó: "Olha, voltas a dizer isso e ponho-te uma malagueta na boca".
Será que ia resultar?
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Escreve-se muito mal neste País!
Enquanto chefe de redacção deparei-me muitas vezes com esta Vergonha, mas também consigo admitir que a imprensa não tem feito o seu papel. Não aceito que alguém - supostamente - apto para as letras cometa erros com frequência. Não é bom. Não é de um profissional a sério.
Também não consigo aceitar que alguém que se está a candidatar a um emprego, nos faça o enviu do CV na esperanssa de uma entrevista, até porque tem 13 anos de esperiência na área administrativa e facilidade na elaboração de documentos diversos, orçamentos e organizaxão da documentação para a contab..
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Gorilas também nas pastilhas
Sem querer desfazer as visões pueris da altura em que as pastilhas Gorila e Super Gorila faziam balões do tamanho do mundo, havia também as outras que três mascadelas depois já tinham perdido todo o sabor. Ainda não tinha chegado o sabor a canela/banana/morango/laranja/manga/papaia/kiwi/ ou mesmo estes todos numa só.
Lembrei-me então que umas das frases que sempre detestei ouvir foi: "Estás-te a esticar como a pastilha elástica"!
Estão a ver aquelas frases que toda a gente acha piada mas que a ti te irritam profundamente? Isso.
Nesta senda, lembro-me também de observações pouco inteligentes em que só apetece esmagar a pontapé a boca de quem as profere. (Vou-vos poupar aos afamados piropos de andaime)
- Querias, querias batatinhas com enguias!
- Vai dar banho ao cão
- Isto está terrível (única atitude para explicar a actual situação económica)
- Perdi o autocarro. - "Como é que perdeste uma coisa tão grande?"
- Vou almoçar: - "Não comas tudo. Deixa um bocado para mim"
- Estar num momento de desespero e as únicas palavras de conforto que ouves são: "Tem calma. Se calhar foi melhor assim"
- Ligar no dia 1 para a mãe, dizer-lhe que vou lá dia 20 e ela perguntar: "O que queres almoçar?"
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Eu, *******, me confesso
Parece que o pobre coitado do magricela saia a correr do banho quando o guarda-redes entrava e não se livrava de umas boas festinhas nas pernas. Devia também ser esse o pensamento do rapaz quando entrava em campo, tal eram as cavalgadas que dava.
Agora admira-te, Nélson, se te começarem a olhar com desconfiança...
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Amor do avesso
Não me peças então para reconsiderar, nem para me acalmar. Porque olhar para o passado é ver que a chama já não pertence à paixão e muito menos ao amor. As nossas diferenças que pareciam tão pequeninas, acabaram por definir a nossa vida.
Penso bastante no que fizémos no passado, no que nos fizeram.
E, decididamente, foram raros os momentos de felicidade.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Sem pedir nada
Mas teria sido bom, com toda a certeza. Compartilhar com ela a adolescência, as saídas à noite, as refeições às 3 da manhã só porque nos apeteceu, os cigarros, as pastilhas, a troca de roupa, o jogo do bate-pé... Como se os sonhos não nos coubessem nas mãos.
Cruzámo-nos profissionalmente há uns anos e nada mais que isso. Mas a profissão havia de nos juntar outra vez e aí sim. Agora posso dizer que somos cúmplices. Aliás, ela não é uma pessoa difícil de agradar. A humildade, a sinceridade e a simplicidade que a caracterizam provam isso mesmo.
Os segredos e desabafos que tantas vezes quase nos sufocavam à espera de serem revelados, são agora partilhados. Sem juízos de valor. Mesmo já estando nos "intas" acabamos por partilhar aquilo que parecem ser dúvidas existenciais - talvez comuns a tanta gente - e até algumas lágrimas. De dor, de amor, de injustiça, de felicidade.
Quando o telemóvel toca bastante cedo sei que é ela. Porque acordou com uma sensação estranha e quer apenas saber se está tudo bem. Eu digo sim e pronto.
Fui a primeira a saber que ia ser mãe e só não aconteceu também comigo porque o M. estava lá.
Ela é A amiga. Por tudo o que escrevi e não escrevi, porque há coisas que fazem tão parte de nós que não há palavras que as descrevam.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Às páginas tantas
- Olá, nem dei por chegares.
- Estás a ler esse livro? Já o li. Ela morre...
Eh pá! Vai cagar...
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
No ticket
Porque é que os motoristas dos autocarros nunca têm trocos e ainda por cima são arrogantes?
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Eu avisei
Só tenho ouvido e lido críticas e mais críticas ao concerto.
Parece que o Parque, de Bela Vista só teve o nome. Poucos foram aqueles que conseguiram vislumbrar a 'diva'. Os ecrãs gigantes andavam ao sabor do vento. Azar dos azares. Além de não cantar 'Like a Virgin', também não fez um encore e deve ter-se enganado na rota porque, eufórica, terá perguntado: "Hablas espanhol"?
E pronto, toma lá €€€€€ porque Madonna é Madonna.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Not
Eu não vou. Não gosto.
A terminar a semana
Do lado de lá, um rol de perguntas mais complicadas para ela do que para mim e que terminam com um tímido desabafo da operadora:
- Sabe, eu percebo pouco de carros!
Haxa paciência.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Quando o azul deixa de ser bebé
Quando escolhi o quarto dele pensei no que ele iria gostar quando crescesse e não comprei nenhuma mobília às cores ou em género de carro, figuras de desenhos animados ou algo que o valha. No quarto dele não pus a fita colorida a meio da parede. Gosto que ele seja espevitado, reguila, alegre, simpático e independente como manifesta ser. Mas deixar de ser bebé? Deixar de ser o meu bebé? Nunca.
Gosto tanto do cheirinho daquela pele.
Gosto tanto de lhe cantar a canção do miau, do ão ão, do cavalinho e das outras que invento.
Gosto tanto de não lhe conseguir contar uma história porque ele está sempre a fazer perguntas.
Gosto tanto de sentir aquele abraço e ouvir: "Esta é a minha mãezinha!"
Gosto tanto de lhe perguntar: "Gostas de mim? Muito ou pouco?" e ele responder: "Mais"
Um dia não vai querer que eu lhe dê banho. Não vai querer ir para a minha cama a meio da noite. Não vai querer que seja eu a escolher-lhe a roupa. Não vai querer que eu o acompanhe onde estão os seus amigos. Vai chamar-me chata por o controlar com o telemóvel, por o chamar a atenção com os perigos da Internet ou qualquer outra coisa que entretanto apareça.
Mas eu gosto e vou querer que ele seja sempre o meu bebé...
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
É isto que sinto
Onde o sol se põe cinzento
E o bel-canto da cigarra
Jaz mudo sob o cinzento
Quando a noite cai sombria
Com seus ténues lampadários
Luzindo na simetria
Dos novos bairros operários
O meu coração vadia como um lobo solitário
Na tristeza de um subúrbio
Pinto apelos em murais
Esfumo a noite em olheiras
Deslizo na hora do lobo
Sigo o rastro das padeiras
Afio as minhas armas brancas
Nas esquinas de metal
Cravo-as bem fundo nas ancas
Da cintura industrial
O meu coração vadia como um lobo solitário
Na tristeza de um subúrbio
Silva a hora do comboio
Treme na erva o orvalho
Corações da outra banda
Apressam-se para o trabalho
Com olhos mal acordados
Brilho vestido ao contrário
Como peixes alucinados
Às voltas no seu aquário
O meu coração vadia como um lobo solitário
Na tristeza de um subúrbio
Rui Veloso
domingo, 24 de agosto de 2008
À minha Inês
Admirada por muitos em tudo o que fazes. Sempre com uma mão forte que acaricia quem precisa. Escondes a verdade com receio de ser mal interpretada. "Emoção" é a palavra que melhor te define. Estamos longe, estamos perto. Tão diferentes, tão iguais. Não importa. O que interessa é que fico feliz sempre que te tenho a meu lado.
És um dos meus amores... há 21 anos.
Parabéns querida!
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Pensamento
Esta noite até já dormi tapadinha...
Talvez seja um bocadinho de inveja de quem parte agora para o descanso!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Que saudade é esta?
Mas que saudade é esta que me leva ao distante, trazendo-me recordações, desejos verdadeiros, como se estivesse a lutar contra o tempo?
Preciso respirar fundo para ganhar fôlego, pois este aperto que sinto no peito parece uma voz ao longe a chamar-me, uma sensação de presença...
Mas que dor é esta que me faz desejar apagar anos da minha vida e começar a viver um tempo que não passasse?
Dou conta de que não vivo, apenas existo e esta saudade apenas chora o meu engano.
Dói...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Vacances multilingue
São calmos, falam baixo e por vezes até parece que nem nos ouvem. São gorditos mas andam sempre em pezinhos de lã que nem no soalho de madeira velha do avô se ouvem.
Há anos que conheço a roupa de férias do tio. Uns calções de ganga e umas t-shirt's de alças vermelhas ou azuis. Sandálias castanhas de fivela. Não falha. A tia é prática mas devido a um problema nos pés (ainda não sei qual é) tem de andar de sapatos fechados com os 40º da Beira Baixa. A prima adora fotografia e qualquer pássaro morto serve de cenário. Além de andar sempre agarrada ao telemóvel. O primo é mais sociável. É culto. Usa a barba e cabelo grande, óculos de aro preto a fazer lembrar um poeta perdido.
Mesmo em férias preocupam-se em comer a horas e se algum chega mais tarde (é certinho) há sempre uma boquinha em jeito de brincadeira mas a farpa já está lançada. A sorte é que o telemóvel da tia aqui em Portugal não marcha (ela diz assim) e por isso não nos consegue contactar antes de chegarmos. "Foi preciso tanto tempo para ir ao magazin? Pensei que iam acheter tudo." É uma das frases dela.
Depois vem a comida. Assim um bocado para o esquisito... À base de verduras, couscous, nada de carnes ou sumos com gás. É positivo se pensarmos em manter a linha no Verão, mas a juntar a isto vem um sermão sobre os malefícios disto ou daquilo... Podemos ficar malade, oui?
Têm lá as coisas deles mas são uns amores. Amigos da família e divertidos.
Agora vamos passar uns dias ao norte. Vamos estar todos juntos e apesar de tudo já estou a adivinhar as lágrimas da partida.
Boas férias para todos. Eu volto um dia destes...
Ah! Trazem também beaucoup de chocolat. Mas esses papo-os todos.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Olé Quique, Olé!!

Estarei eu ultrapassada?
Não falo de miúdas (muitas delas com pouco mais de 13,14 aninhos) quase nuas, em poses provocantes que se os paizinhos vissem talvez lhe dessem uns bons tabefes na cara (ou não!).
Falo do que escrevem nos comentários de fotos e de perfil das amigas (de miúda para miúda). Coisas do tipo: "És a minha puta"; Amo-te tanto";´"És só minha"; "És-me tanto"; "Quero sentir esses braços enrolados em mim", etc, etc...
O que me incomoda é tentar perceber até onde vão estas declarações. Nas páginas dos respectivos namorados ou amizades coloridas e o diabo a sete, não vejo nada disto. Vejo declarações simples e algumas delas até me fazem duvidar do sentimento nelas contido.
Acho ridículo, só isso. Talvez porque no meu tempo não havia internet, nem telemóveis...
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Sinto-me com sorte
Estes dias não têm sido fáceis. Não por estar em baixo, desanimada ou sem vontade de fazer porra nenhuma, mas sim porque não tenho parado. Deixei de lado a ideia de dormir até sentir o corpo dormente, os papéis que estavam por arrumar ou mesmo para deitar fora aqui continuam. Não estou a fazer de dona de casa (desesperada), nem tão pouco ter o jantar a horas e tudo aprumadinho.
Saio, procuro uma ocupação, entro e saio daqui e dali, dou um apoio a quem neste momento mais precisa de mim e que enquanto pode ultrapassou todos os limites da bondade, amizade e grande mulher que é.
Vou ser capaz de me realizar em pleno. Afinal... já só me falta escrever um livro porque a árvore já está plantada e o meu filhote está cá para me fazer sorrir.
terça-feira, 8 de julho de 2008
O valor do estaminé
Todos os dias passo pela net, visito blogues e outras coisas e começo a pensar: "Este estaminé é fraquinho, fraquinho!"
Senão vejam.
Não há por aqui nenhum contador de visitas. Não faço a mínima de quem me visita. De onde vêm, para onde vão, o que procuram. Não sei colocar vídeos maravilhosos, nem encontro fotografias que valem mais que mil e quinhentas palavras. Apenas consigo que o 'banco de imagens' do google encontre alguma coisa. Muito fraquinhas também, diga-se de passagem.
Os meus magníficos textos não são merecedores de dezenas de comentários. Ninguém comenta, ninguém fala... Mas quero aqui deixar a devida homenagem e o meu sincero agradecimento aos (poucos) que o fazem. O meu blogue não é como o de um conhecido locutor de rádio que basta escrever "Vou cagar" e logo surgem centenas de comentários como: "És o maior"; "Admiro-te imenso"; "Continua assim" e por aí adiante.
Resumindo isto é fraquinho, muito fraquinho.
E agora estão à espera: "The End"? Pois tirem o cavalinho da chuva e levem-no para o Hawai porque não é isso que vai acontecer. Isto é mauzinho sim senhor mas é meu. E venho cá quando eu quiser e escrevo quando eu quiser e aquilo que quiser e quem quiser vir será bem recebido.
E pronto. Isto é meu.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Há coisas boas
Gosto de o ver activo, mesmo que por vezes ache excessiva toda aquela energia.
Há tanto para aproveitar na vida que nada pode ser obstáculo. E os momentos que passo com ele parecem um elixir da juventude. Com ele volto a ser criança. Falo bebéguês, reaprendo canções da minha infância e moldo-me, inevitavelmente, às novidades desta geração.
Na fase em que me encontro até consigo ver aspectos positivos. É que o facto de estar em casa acaba por me dar o tempo que quero e preciso para ele. Jantar e banho a horas. Tempo para brincar. As nossas idas à praia quando nos apetece, o melhor lugar do parque de estacionamento vago, pouca gente a banhos, podemos correr e mandar areia sem problemas. A viagem: "Mãe, já está?" "Não, só mais um bocadinho" 2 segundos mais tarde, a mesma pergunta...
E imaginem. Ontem saiu-se com esta: "Exactamente!". Agora vou ensiná-lo a dizer 'anticonstitucional'...
E sou feliz por viver isto tudo tão de perto
quinta-feira, 19 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
O País a brincar
Durante semanas ouvimos diariamente notícias de última hora sobre mais um aumento nos combustíveis (como se isso já fosse notícia). Confesso que esta situação me fez repensar alguns dos meus hábitos e de vez em quando vou a pé onde antes não dispensava o carro. Apesar dos apelos ao boicote a determinados postos o que na última semana vi foi filas intermináveis para ... imaginem... encher o depósito. "Ai que a gasolina vai acabar. Ai, ai ai!"
Mentes pequeninas é o que eu acho...
Veio esta situação a propósito da greve dos camionistas que poderia ter sido um sucesso, mas que acabou por cair no ridículo, por excesso. Não me lembro de ver alguém preocupado com as prateleiras vazias nos supermercados, com a falta de carne e de peixe e com a falta de material em fábricas que poderia causar prejuízos enormes e, à velocidade que isto vai, servir como pretexto para despedimentos. Isso sim, faz-me muita confusão.
Depois vem o futebol. Estamos quase que paralisados com a prestação portuguesa no Euro. Sai-se mais cedo do trabalho para ver os jogos das 17h00. Compensa-se, ou não, noutro dia.
Portugal vai ganhando. O pior é que as vitórias de Portugal não fazem baixar o preço dos combustíveis, não fazem baixar o preço dos alimentos, não fazem baixar as prestações da casa ao banco. Penso até que fazem aumentar as contas da luz, da água e do gás porque temos sempre alguém em casa para um encontro antecipadamente combinado que contempla a caracolada, a mini-sagres, o tremoço e afins...
As vitórias de Portugal nem o ego aumenta, porque no nosso pensamento está sempre a borbulhar os milhões de euros que aquelas gazelas ganham por minuto, por hora, por mês, por ano. E porquê? Ah porque eles têm uma carreira curta e mais não sei quê! Mas eu também posso ter uma carreira curta. Sei lá o que me pode acontecer quando terminar este post ou até se o conseguirei terminar...
Valha-nos o sol que brilha lá fora e que nasceu para todos.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Essa coisa do desespero
Acordo, corro a comprar o jornal (sem antes lamentar o dinheiro que vou gastar e que, somado, pode vir a fazer falta), vagueio pela net à procura de emprego. Comerciais, comerciais e mais comerciais. Não foi para isso que estudei e não é para isso que tenho vocação. Possibilidades nas grandes superfícies do grupo Sonae é o mais simples de encontrar. Não tenho qualquer pudor em trabalhar em determinados sítios. Só acho que devo tentar ir um pouco mais longe. Quero acreditar que vou conseguir.
Neste momento sinto que me estou a deixar ir abaixo. Mas vou-me agarrar ao sorriso mais lindo do mundo e à alegria contagiante do meu Bi para que lhe possa dar tudo aquilo que ele merece.
E não vou voltar a falar deste assunto.
Estou tentada a candidatar-me à proposta de emprego da Ginjinha, mas apenas com um café no horário do expediente não me sustento ;)
segunda-feira, 2 de junho de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
5€, pouco mais
Dei conta de que a D.ª Clélia (assim dizia a placa) falava comigo. Desligo a música e ouço: "Parecia-me falsa. Não encontrava aqui esta bolinha cinzenta!"
C*****o, não me bastava esta nota ser das poucas que me restam até ao próximo abastecim€nto, ainda tenho de levar com estas caras de cú!
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Agora não...

quarta-feira, 28 de maio de 2008
O sacrifício humano dos deuses pagãos (soa mal mas sempre tive um conflito interno... e pessoal... com os títulos)

É sempre bom saber que há alguém que não conhecemos que tem este tipo de afecto por nós.
Mas acontece que, de momento, não me apetece aceder ao vosso apelo para que vos faça uma visita. Embora, volto a frizar, esteja bastante agradecida pelo sentimento que nutrem por mim.
Por outro lado, o ar cândido da jovem quase moribunda, não me alegra a vista e actualmente preciso de tudo menos de me sentir deprimida.
Atentamente.
Alguém bem de saúde... por enquanto
terça-feira, 27 de maio de 2008
Rai's parta a chuva
segunda-feira, 26 de maio de 2008
É uma casa portuguesa, com certeza!
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Sou feliz quando me vejo
Ser feliz é encarar o futuro, vivendo o presente e esquecer o passado se esse não nos trouxer qualquer contentamento. Não é mais do que uma frase feita mas para mim serve de sinal para que possa ser eu a autora da minha própria história.
Ser feliz é dar valor aquilo de que nem nos lembramos quando a crise é mais do que uma miragem. Precisamos reconhecer que os desafios podem ser alertas de mudança e podemos, com uma fria, mas calculada, decisão falar de nós mesmos. Fazermo-nos ouvir.
Há coragem para receber um não? Há segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta? Ao nível que os desafios profissionais, pessoais ou sociais nos são colocados hoje em dia, há que ter coragem para isto e muito mais. O que há a perder? Nada. Afinal pouco nos resta, além da aparência, mesmo que finjida, de ser feliz!
Conversas banais fazem-me acreditar que há pessoas que têm tudo para serem felizes, mas que mesmo assim admitem não o ser. Julgo que lhes falta amor pela própria vida e com muita facilidade deixam fugir as oportunidades que esta lhes dá.
É fácil ter medos, tê-los é normal. Basta enfrentá-los, pois a felicidade exige esforço.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
1000, 999, 998, 997, 996, 995 ...
Lembrei-me que tinha de estender a roupa que ficou na máquina ontem à noite.
Tratei do pequeno almoço, adiantei o jantar.
Vesti o Bi, tomei um banho e a roupa que tinha preparada para vestir hoje afinal não estava adequada. Tive de procurar outro trapo.
Quase me esquecia de lavar os dentes.
Peguei no Bi e esbafurida para sair de casa carregada com mais uns quantos sacos de coisas que precisava levar para a ama, o homem grande lá de casa sai do sofá onde estava com os olhos mais fechados do que abertos e diz: "Podias-me ter chamado para te ajudar"!
O que se seguiu é impróprio para descrever a esta hora da manhã.
terça-feira, 13 de maio de 2008
É disto que o povo gosta... e eu também
Scolari anunciou ontem os 23 convocados para o Euro 2008. Agora segue-se uma semana de debate nacional e Sócrates pode respirar de alívio por uns dias.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Globos (banhada) de ouro
Foi num momento de zapping que vi de relance uma Sofia Aparício a passear-se naquele chão vermelho com um vestido que mais parecia um repolho de folhas enrugadas e com as mamas literalmente esburrachadas. Ela e outras como ela... A partir daí pensei: "Encontrei motivos para me divertir". E por ali fiquei.
Nunca privei com aquele mundo dito de VIP's, mas também não tenho pena. Vê-los de fora é bem mais engraçado e é giro aperceber-me do desdém com que olham uns para os outros e dos comentários hipócritas que fazem e que as imagens conseguem apanhar.
Vi uma Floribella ridícula, ridícula que só ela e com aquele ar de carneiro mal morto que já cheira mal. A cereja em cima do bolo foi a aparição de Paula Bobone. O que é que esta senhora que até já escreveu um livro sobre etiqueta, espetou na cabeça?? A mim pareceu-me... não encontro adjectivos!
Há dias João Malheiro chorava a morte da namorada, mas não faltou à festa de Domingo à noite. É verdade que a vida continua mas nunca vejo com bons olhos estas atitudes. Deve ser influências da minha avó...
Vi também muitas trombas caídas. O dia não era de festa? Então não percebi... Ah, não devem ter ganho nada, mas também ouvi dizer que aquilo é um bocado pesado. Por isso, ricos e ricas, não fiquem chateados.
Mas gostei da homenagem a Eunice Muñoz. Ela sim, uma verdadeira personalidade dentro do género.
O Sr. do bolo é que me pareceu um bocado trolaró. Parecias hipnotizado pelo efeito, Meo!!
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Um dia abro um negócio só meu
Perguntam vezes sem conta por um papel que já lhes foi entregue outras tantas. Passeiam-se de carro, vão almoçar com as amigas e depois... "ah! hoje não vai dar porque tenho já umas reuniões marcadas".
Sem poder de argumentação para esta gente (que é o que me falta) não lhes consigo atirar à cara de que não têm razão nenhuma e que damos sempre o nosso melhor e que se algo acontece é pela falta de apoio e que por vezes fazia falta uma visita à empresa para se inteirar melhor das situações. Mas isto sou eu a falar porque quem tem os olhos virados para o umbigo não ouve ninguém e muito menos ouve críticas.
Um dia mando-os todos para a c*** da tia e piro-me para a província.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
às vezes...
Devíamos agradecer por tudo e por nada. Apenas pela presença.
Devíamos saber que as recordações vão ser eternas e que nunca mais nada vai ser o mesmo.
Devíamos saber que existem pessoas únicas e incríveis, capazes de mudar a maneira de ser de quem com elas convivem.
Devíamos saber que há sempre um ponto final, às vezes cedo demais.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Com um pequeno esgar de inveja

'Ganda' espiga

segunda-feira, 28 de abril de 2008
Já não se pode descansar
É que estou com uma lanzice que cá me parece que tenho de ir ver de alguém que me tire o quebranto...
quarta-feira, 23 de abril de 2008
A dura realidade
Médica: - Então? Temos bebé?
Eu a pensar: Engraçadinha!!
Não, não. (com um sorriso amarelo). Apenas rotina mas por vezes doi-me aqui e aqui e sinto isto e aquilo...
Médica: Pois, já não tens 20 anos...
E é só!!!!!
Buaaahhhhhh
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Pontos de vista
terça-feira, 15 de abril de 2008
Relógio biológico
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Não me posso queixar
quarta-feira, 9 de abril de 2008
On/Off

terça-feira, 8 de abril de 2008
Detesto
Pois é...
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Efeitos do álcool
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Temos ponte

terça-feira, 1 de abril de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
A devida homenagem

Hoje em dia era conhecido apenas como o PX, sendo que a felicidade dos jovens lá da terra agora é repartida entre o Indiferente, o Bar da Fundação, o Koppus, e outros que tal.
Perdeu-se a mítica, perdeu-se o orgulho de dizer "estive no Primo Xico", mas eu estou aqui a escrever e sinto as mesmas borboletas no estômago.
quarta-feira, 26 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Sem limites
quarta-feira, 19 de março de 2008
A ti
Sabedoria musical
segunda-feira, 17 de março de 2008
A era Ruca

quarta-feira, 12 de março de 2008
É proibido morrer
terça-feira, 11 de março de 2008
Acabem com isto, por favor
segunda-feira, 10 de março de 2008
Balas & Bolinhos
sexta-feira, 7 de março de 2008
Dia Internacional da Mulher
quinta-feira, 6 de março de 2008
Reinventa-te

segunda-feira, 3 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
É melhor andar a pé
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Dá cá uma raiva
- Estás a dormir?
- Não! Estou a treinar para morrer!
- Está avariado?
- Não!... É que ele estava cansado de estar em casa e eu trouxe-o para passear.
- Vais sair com esta chuva???
- Não, vou sair com a próxima...
Quando acabaste de te levantar e vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Já acordaste?
- Não. Sou sonâmbulo!
O teu amigo liga para tua casa e pergunta:
- Onde estás?
- No Pólo Norte! Um furacão trouxe a minha casa para cá!
Acabas de tomar banho e alguém pergunta:
- Tomaste banho?
- Não!... Está a chover na casa de banho!!!!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Em posse do amor
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Erro no sistema

Serviço = Préstimo
Apoio = Ajuda, auxílio
Cliente = Aquele que desespera pelo serviço de apoio
Colocá-los perante factos: “Já enviei 3 fax’s, 4 email’s, 2 cartas e a situação continua na mesma. Como fazemos?”
Do outro lado: “Pedia-lhe que nos contactasse mais tarde, não estou a conseguir aceder ao sistema”. Arggghhhh… Acabam logo ali com qualquer defesa.
Mas se disseres: “Quero liquidar uma dívida”.
Do outro lado, “Com certeza. Tenho o prazer de estar a falar com…? Ah, sim, estou a ver no seu processo que, de facto, há um valor em aberto e podemos já proceder ao pagamento”.
Aí já conseguem ter acesso a tudo. Morada, NIF, BI e se calhar até ir à nossa conta antes que esta fique a descoberto. (Que é como quem diz… “Tás entalado”!)
Isto já para não falar de quando estás eternamente à espera que te atendam e passados 20 minutos, a chamada cai. Ou mesmo quando finalmente conseguiste chegar ao operador, estás a meio da explicação daquilo em que ele pode ser útil e ups, a chamada caiu. Voltas a ligar e a explicar tudo outra vez.
Créditos fáceis. A primeira ganza de um toxicodependente.
“Aprovação em 24 horas. Sem burocracias”
Desespero, necessidade e lá vai disto. Uns euritos que dão para safar momentaneamente. “Quando acabo de pagar isto?”
“Não acaba, isto não é um crédito comum. A única coisa que lhe posso dizer é o montante em dívida”.
Importa-se de explicar melhor?
Ou então quando dizem que só podem dar informações ao titular do cartão.
“Rui, podes ligar e fazer-te passar pelo titular? Assunto resolvido. Telefone em alta voz. Sem burocracias.
Talvez por influência dos ‘Stinking cat’ (agora brilhei com o meu inglês) e na aposta incrementada (incrementada, é giro!) em melhorar o serviço, o apoio para a obtenção de números telefónicos úteis até que está diferente. Ou não se lembram do atendimento do extinto 118? Operadores de nacionalidade duvidosa que não percebiam os dados que fornecíamos, nem nós o que eles diziam… Diferente mas pouco, continua a ser um serviço caro como o clh.
Como diria o meu grande mestre Mário Alves: “Puta c’os pariu”!
Faço aqui as devidas reservas porque há serviços de apoio ao cliente que até funcionam bem… huuummm … ok, já volto.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Delicioso
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Nada de nada
Explorar o que desconheço
Pela vontade de aventura e liberdade que escasseiam
Ao caminhar na neblina sem um fio condutor
A insatisfação e tristeza reflectem-se na minha mente
O alento que mingua e se acanha na penumbra
O choro contido, a vontade de gritar, refilar, dizer basta
Restringem-se ao comodismo de uma vida sem propósito
Quase suspensa pela vontade e bem-estar de outrem
Uma felicidade, um fim, nada mais
sábado, 26 de janeiro de 2008
Será que posso?
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Sem mais...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Dia do elogio
A grande desconfiança que me caracteriza leva-me a ficar mais constrangida com um elogio do que com uma crítica. (Dificilmente me vêem corar perante uma crítica, certo?) E não, não vou mentir ao ponto de dizer que algumas dessas análises não me abalam. Muitos desses reparos têm em mim um impacto inicial forte, mas consigo encontrar-lhe o lado positivo e, se com eles concordar, tento mudar a minha atitude. Curioso é que depois disso a minha relação com ‘o crítico’ melhora. Acho que a isto se chama ‘poder de encaixe’.
E porque hoje é o Dia do Elogio … e só por isso:
Ao ‘pecanino’ da minha vida: Por ter dado um sentido à minha existência
À minha cara metade: Pela paciência e astral positivo
À mana: Pela inocência e juventude invejável
Ao pai: Um grande Homem, um lutador, um super-pai
À mãe: Pela sua fragilidade e amor imenso
Às avós: Pela longevidade e prazer da solidão
Aos sogros: Pela união, apoio e espírito de família
Ao cunhado: Pela liberdade cobiçável ou até mesmo pelas decisões que, parecendo infantis, se transformam em passos decisivos de sucesso.
Aos amigos: Pelos bons momentos
Ao passado: Por me ter ajudado a decidir o presente
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Não resisto

Os "problemas da cabeça" são muito frequentes:
O que os doentes pensam do médico:
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Dar a volta à máquina
Pois só eu é que não consigo enganar a máquina. Aliás, por vezes até penso que ela é que está a brincar comigo.
Nesta matéria, a segunda-feira é sempre um dilema para mim porque o meu banco não me retira da conta o dinheiro que gasto no fim de semana. Ao princípio ficava satisfeita e até pensava que me tinha conseguido conter, mas depois comecei a conhecer-lhe a manha. Agora, à segunda feira, e por vezes à terça, deparo-me com a dura realidade... É por essas e por outras que estou de partida. Mas deve ser a mesma merda... o cheiro é que é diferente!
Isto de ser honesto não está com nada e até me faz lembrar umas quantas situações.
Estava eu uma vez na fila para levantar dinheiro e quando o senhor que está à minha frente sai eu aproximo-me da máquina e vejo que ele não tinha tirado o dinheiro. Não sei quanto era, mas era um bom molho delas... Chamei-o: "Olhe, esqueceu-se do dinheiro...". Estúpida... Adiante!
Uma outra vez, fui ao pronto-a comer. À minha frente estava um casal que fez o favor de me pagar o almoço. Quando chega a minha vez, a senhora da caixa olha para mim e diz: "Pode passar, já está pago!" E eu: "Não está não, eu não paguei" "Está sim, aqueles senhores pagaram". "Ah, mas eu não os conheço. Enganaram-se, de certeza"! Estúpida...
Até agora, a única coisa que consegui nisto do utilizador não pagador, foi jogar na máquina do café sem pagar. Mas porque a Sara é minha prima e depois do expediente libertava a máquina para podermos jogar à vontadinha.
Preciso de ir levantar dinheiro e gostava mesmo de conseguir dar a volta à máquina.
O tempo nada cura
- Olá, tudo bem?
- AH! Sim, tudo e contigo?
- Também tá tudo. É só para saber como estás.
- Estou bem. A mesma vidinha de sempre...
- Muito bem. Deves estar quase de saída, não?
- Sim, quase.
- Ok, então bom fim de semana.
- Tá. Bom fim de semana.
- Beijinhos
- Xau. Beijinhos
Gosto tanto de te ouvir